Emissário Submarino do COMPERJ em Itaipuaçu, Maricá: Setembro de 2012

Luiz Firmino, subsecretário da SEA, esteve no auditório da FIRJAN no dia 30 de agosto para apresentar um update sobre o andamento do licenciamento do emissário do COMPERJ.

Em sua forma atual, o emissário submarino do COMPERJ terá 4km de extensão. Idealmente nada seria lançado no mar, mas essa não será a realidade. Os níveis de resíduos tóxicos a serem emitidos, pelo menos no papel e se não houver imprevistos e acidentes, parecem razoáveis.

O que você acha? Opiniões de experts são bem vindas.

3 responses to “Emissário Submarino do COMPERJ em Itaipuaçu, Maricá: Setembro de 2012”

  1. As marés na costa de Maricá trabalham paralelamente ao litoral, portanto, a dispersão the pluma também deveria sofrer o mesmo ângulo de disperção, fato que não ficou claro na apresentação. É necessário uma projeção com coordenadas precisas das propostas de lançamento(boca do tudo) para avaliarmos os pontos atingidos pela pluma. Estes pontos determinarão até que distância serão afetadas a biota marinha e qual serão as áreas de pesca afetadas. A posição de 2 e 4Km causarão grande dano as áreas de pesca artesanal, pois o mapeamento destas áreas irão identificar a diversidade de ecossistemas rochosos a partir destes pontos de lançamento. Buscando uma proposta menos impactante para estes ecossistemas, proponho fazer os levantamentos batimétricos identificando a diversidade de sítios de pesca na área proposta, visto que, a riqueza de biodiversidade e formações rochosas no litoral do Município de Maricá são de fundamental importância para a sobrevivência the atividade pesqueira artesanal. Como argumento de reforço, gostaria de lembrar que o lado sul the boca the Baia de Guanabara sofre os efeitos dos elementos contaminantes e impactantes dos dutos de esgoto the Barra the Tijuca, Ipanema, Baia the Guanabara e Descartes de lixo e Sedimentos das dragagens do Porto do Rio de Janeiro e Canais contaminados de Cajú e adjacências.
    Precisamos de uma proposta mais fundamentada onde poderíamos incluir um plano de monitoramento periódico para avaliar a concentração de contaminantes acumulados no entorno do lançamento anualmente.

  2. Razoável seria se não houvesse outra tecnologia mais avançada (como a the Refinaria Capuava, em São Paulo) e de suposto menor impacto que a apresentada pela Petrobras no EIA/RIMA do emissário. Além de vergonhoso esse processo de licenciamento, é também ilegal!

  3. Como faço para obter este abaixo assinado impresso, já que onde moro algumas pessoas não tem acesso total a internet?

Leave a Reply